Tô pensando comigo mesmo... será que Deus faz uma troca? Leva todos os "maluco" do Restart e traz Renato Russo de volta? Leva Akon e traz Bob Marley? Leva Fresno e traz Sabotagem? Leva Luan Santana e vem o Bradley do Sublime? Leva Sean Kingston e traz de volta Tupac? Tipo promoção: levar todos os "maluco" do sertanejo universitário e voltar com Chico Science... trazer Raul Seixas no lugar da banda Cine, trazer Mamonas no lugar do Justin Bieber... Vai se foder, sou imparcial e agora a contracultura chegou! E, se o cenário musical tá uma merda, eu taco merda no ventilador! E, se nasci num orfanato de ideais, os meus sobrevivem nos interlúdios! E a cada segundo tem mais um mc, um beat maker e um home studio. E o exército se reúne a industria frágil, pois nossa geração não se limita a nada! "Simbora", molecada, vamos invadir o rádio, nossa revolução será televisionada!
"Um mundo sem ideais é como um corpo sem coração, coisas muito normais, já não o satisfaz, valores virtuais se perdem em meio à liquidação... se oriente, rapaz, aqui jaz a ideologia de uma geração!"
http://www.youtube.com/watch?v=6c7zcoHOr0Y&feature=related
Rótulos me parecem cada vez mais precários. Às vezes mais confundem do que esclarecem. Mas eventualmente são indispensáveis para que as coisas tomem forma, destacando-se da complexa realidade e do nebuloso pensamento nosso. A maior parte dos textos deste livro podem-se chamar de crônicas. Muitos foram publicados em jornal, outros são avulsos que saíram não lembro bem quando nem onde, ou apenas salvei no computador. Vários escrevi especialmente para este livro. Romances, ensaios, poemas e textos breves são o meu jeito de rondar algo que me assusta ou seduz. São os meus temas, alguns dos temas humanos: tramas e dramas existenciais, o sentido o valor da vida, o banal e o misterioso. A sentença que lançamos sobre nós mesmos, em nossas escolhas ou silêncios. Escrevo sobre isolamento e ternura, a perturbadora ambivalência nossa, frivolidade e covardia, às vezes a graça e o riso. Aqui e ali, a noite escura. Não inventei ao dizer que meu leitor é cada vez mais a síntese dos amigos imaginários que me fizeram companhia na infância das minhas perplexidades. Então, venha comigo. Lya Luft - Pensar é Transgredir
Nenhum comentário:
Postar um comentário